Dicas Financeiras

Como começar a investir: o guia completo para o seu dinheiro render

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Novo ano, novos hábitos, novos planos e nova vida. Afinal de contas, a independência financeira é um dos temas mais importantes para o nosso portal, possibilitando não apenas a aquisição da sua moto, mas também a conquista dos seus sonhos.

Sendo assim, aproveitamos o espaço para mais um conteúdo especial sobre a educação financeira dos nossos leitores. Hoje, responderemos à pergunta do momento, ensinando como começar a investir. Como você deve ter percebido em 2019, a gestão financeira foi um tema recorrente ao longo do ano.

Entre políticas, anúncios e Bettinas, os investimentos ganharam a atenção da população brasileira, totalizando mais de 1 milhão e 600 mil CPFs cadastrados na bolsa de valores, segundo informa o levantamento da BOVESPA até o final de 2019. Portanto, venha conosco aprender e iniciar uma jornada de responsabilidade e longo prazo!

A importância de investir

Sem sombra de dúvidas, o dinheiro é um elemento importante em nossa sociedade. Pois veja, independente à sua opinião econômica, todos podemos concordar com uma realidade: ter dinheiro facilita muitos aspectos da vida — e olha que nem estamos falando de conceitos subjetivos, como felicidade ou alegria momentânea.

Afinal de contas, ele é o principal recurso existente para exercitar o consumo que, mais uma vez, independente da sua posição, continua sendo algo crucial para lidar com a vida cotidiana, em termos de alimentação, transporte, vestimenta e por aí em diante.

Além disso, também devemos lembrar que o fato de possuir dinheiro está sempre relacionado com sentimentos de segurança, tranquilidade, conforto e acesso a boas oportunidades, sejam elas de estudo, lazer ou crescimentos patrimoniais, com a compra de um imóvel, veículos ou afins.

É por conta disso que nós sempre dedicamos uma preocupação com os leitores de nosso portal, reconhecendo o impacto que uma boa educação financeira tem sobre a vida de um jovem consumidor. Então, é nesse ponto que podemos discutir a importância de se investir, independente de sua idade.

Pois veja, investir é algo que vai muito além de poupar, sendo um exercício de paciência, disciplina e, sobretudo, autocontrole. No fim das contas, investir é uma prática que incentiva a visão de longo prazo, em que você abre mão de algumas coisas hoje para uma vida mais confortável no futuro.

Inclusive, é aqui que devemos frisar um ponto: a sua capacidade de realização. Querendo ou não, essa é uma das principais habilidades que o dinheiro fornece a uma pessoa, permitindo que ela tenha segurança e estabilidade financeira o suficiente para consumir aquilo que tanto deseja, seja no aspecto educacional, pessoal ou patrimonial.

Sendo assim, fazer investimentos nada mais é do que garantir que o futuro seja mais fácil do que o presente, abrindo mão de vários confortos imediatos por algumas conquistas duradouras, que realmente tenham um impacto sobre a sua tranquilidade futura.

Realizar sonhos, garantir sustento e, até mesmo, antecipar sua aposentadoria: eis aqui apenas alguns dos inúmeros argumentos para que você comece a investir. Em um segundo momento, também devemos lembrar da imprevisibilidade que é o futuro, de modo que diante de um grande problema, ter dinheiro pode ser algo determinante para contornar uma situação difícil.

A possibilidade de se começar com pouco

No entanto, eis que surge a desculpa mais comum entre os investidores novatos: poxa, eu não tenho nada, como vou começar a investir com tão pouco? Acredite, isso não faz nenhuma diferença! Apesar de parecer clichê, você precisa entender que quando se está na linha de largada, qualquer “pouco” é mais do que nada e o que realmente importa é iniciar a sua jornada.

Para além disso, também é muito interessante que você se envelope em uma mentalidade de longo prazo. Ainda que a bolsa de valores seja um terreno fértil para grandes oportunidades e crescimento rápido, é fundamental que priorizar o pensamento a longo prazo.

Para o bem da comparação, investir está mais para uma maratona do que para uma corrida de 100 metros rasos. Sim, é possível alavancar patrimônio com muita velocidade na bolsa, mas como ainda aprenderá hoje, existe uma velha máxima no mercado de renda variável: quanto maior o retorno, maior o risco.

Mas agora, retornamos ao ponto inicial, sobre a possibilidade de investir com pouco. Sim, isso é perfeitamente possível, tanto na renda fixa como na renda variável. Afinal de contas, ambas as modalidades contam com produtos de investimento bastante flexíveis, a exemplo dos títulos do Tesouro Direto (a partir de R$30) e do mercado fracionário, em que você pode comprar ações por unidade, e não em lotes fechados de no mínimo 100 ações.

No entanto, esse é um detalhe que merece a sua atenção. Pois veja, se você tem pouco para investir, normalmente, isso significa que tem pouco para poupar. Então, é importante que antes mesmo de começar a realizar os seus aportes, você confira o nosso artigo dedicado à sua gestão financeira pessoal.

Nesse conteúdo, elencamos dicas valiosas para que você avalie a sua vida econômica, identificando e quitando despesas, montando uma reserva de emergência, desenvolvendo seu autocontrole para, então, começar a estudar e investir. Apesar de toda essa ordem, nós insistimos para que não desanime, pois essa é realmente uma dica fundamental.

Veja da seguinte maneira: primeiro, nada impede que você saia investindo, mesmo estando atolado em dívidas. Entretanto, se não tem a configuração adequada (estável, livre de dívidas e com uma boa reserva), na primeira dificuldade que surgir, você acabará sacando os seus investimentos, prejudicando a rentabilidade dos juros compostos.

Afinal de contas, o papel do seu patrimônio é crescer e nada mais — salvo as exceções em que uma emergência familiar, profissional, acadêmica ou pessoal exigem a retirada imediata dos seus recursos. Mas então, quais são as etapas para investir com o pouco que se tem? Veja as nossas sugestões!

Acumule uma reserva

Não só você, mas todos os brasileiros devem ter uma reserva de emergência. Portanto, sinta-se privilegiado de ler esse aviso e comece a pensar nisso agora mesmo. Basicamente, uma reserva nada mais é do que um montante de recursos suficientes para que você mantenha o seu padrão de vida ao longo de alguns meses.

O cálculo é bastante simples. Primeiro, os seus gastos mensais devem ser somados, dedicados ao que é fundamental para o seu cotidiano, como, por exemplo, educação, moradia, internet, alimentação e afins. Então, você pega esse valor e multiplica pelo número de meses que deseja ter como segurança.

Normalmente, uma reserva sólida tem 6 meses do seu custo de vida. No entanto, uma reserva de apenas 3 meses já é suficiente para alguém que está iniciando sua jornada, pois oferece um índice de confiança considerável para qualquer mudança de direcionamento na sua rotina, com 90 dias para se recolocar profissionalmente no mercado de trabalho ou atingir os seus objetivos sem tocar nos investimentos.

Controle seus gastos

Uma estratégia autoexplicativa. Psicologicamente, o controle de gastos pessoais é uma jornada autodisciplinar, em que você aprende a controlar os seus impulsos de consumo, domesticando a capacidade de dizer não a si mesmo. Logicamente, essa é uma tática difícil, pois envolve uma transformação comportamental de peso.

Em boa parte das vezes, essa jornada tende a ser mais fácil quando se tem um bom objetivo em mente, como a compra de uma moto, um imóvel ou qualquer outra item que realmente inspire a sua determinação. Quando se tem algo a perseguir, o caminho até a conquista acaba sendo menos desgastante.

Considere meios de aumentar a sua renda

Já aqui, temos uma dica realista, objetiva e viável. A realidade é que vivemos em plena era da economia compartilhada, de modo que existem inúmeras modalidades para que você consiga complementar a sua renda principal.

Inclusive, motivados por essa tendência, já escrevemos um artigo completo sobre o tema, em que listamos uma série de atividades que você pode fazer para conseguir uma renda extra, além de ainda compilar 10 dicas fenomenais para um cotidiano ainda mais econômico. Somadas, essas abordagens conseguem aumentar o seu faturamento, diminuir os gastos e alavancar os seus investimentos.

Os diferentes tipos de investimento

Então, chega o momento de estabelecer o primeiro contato com o mercado financeiro. Como perceberá agora, existem duas grandes modalidades disponíveis ao investidor Pessoa Física, que são a renda fixa e a renda variável. Basicamente, o que deu origem a essas categorias é a previsibilidade dos rendimentos: previsível na fixa e imprevisível na variável. Veja!

Renda fixa

Com um nome bem sugestivo, a renda fixa acomoda produtos de investimentos mais conservadores, moderados e previsíveis. Dizemos isso porque todas as opções dessa modalidade apresentam baixa volatilidade — velocidade e frequência com que um ativo altera seu preço no mercado.

Em uma comparação bem-humorada, podemos imaginar a renda fixa com uma caminhada lenta e tranquila. Olhando de longe, você percebe que está subindo, mas a inclinação da estrada é bem sutil, levando mais tempo para chegar ao topo. Agora, deixemos de papo e vamos para os exemplos da renda fixa. Veja!

Tesouro Direto

Conhecido popularmente como tesouro ou TD, o Tesouro Direto é, da maneira mais objetiva possível, um título de empréstimo para o Governo. Nessa modalidade, o investidor compra esses títulos a troco de que o Governo pague no futuro com o acréscimo de juros.

Normalmente, a rentabilidade é pré-fixada, sugerindo o que o investidor receberá no momento saque. Além disso, sua rentabilidade costuma ser vinculada a índices econômicos, como por exemplo, o Tesouro SELIC, atrelado à taxa de juros, e o IPCA+, atrelado à inflação.

CDB

Também títulos, aqui temos os famosos Certificados de Depósito Bancário. Como já pode imaginar, você empresta dinheiro para os bancos, também sob a premissa de que sacará esse dinheiro no futuro, com o acréscimo da rentabilidade indicada na contratação.

LCI e LCA

Respectivamente, Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio. Nessa modalidade, você aposta no fomento desses segmentos da economia, canalizando recursos para a utilização na construção de empreendimento imobiliários, agrícolas ou agropecuários. Assim como os demais, as datas de saque e taxas de rentabilidade são definidas ao momento da compra.

CRI e CRA

Em uma variação sutil dos produtos acima, temos, respectivamente, os Certificados Recebíveis Imobiliários e Agrícolas. Diferente do LCI e LCA, CRI e CRA não são emitidos por bancos, mas sim por instituições securitizadoras. Além disso, também contam com opções pós e pré-fixadas, permitindo que o investidor escolha a melhor abordagem.

LC

Já aqui, temos uma opção pouco conhecida, mas bastante funcional, as Letras de Câmbio. Basicamente, são títulos de empréstimo para instituições financeiras, com uma taxa de rentabilidade que pode ser pré-definida ou variável se vinculada a algum indicador econômico, como o índice do CDI, IPCA, IGP-M ou afins.

Renda variável

Então, chegamos em um ponto de transição. A renda variável representa um mercado em que se abandona a previsibilidade e segurança do pouco risco para aceitar a probabilidade de um maior retorno. Entre essas alternativas, a segurança é um elemento variável, que só tende a ser protegido em função da experiência, conhecimento e até mesmo, sorte do operador.

Em muitos casos, esse investimento é uma montanha-russa, repleta de sobes e desces, alavancadas e mergulhos. Tal como o brinquedo do parque de diversões, a renda variável exige mais estômago do investidor, que no mínimo deve se acostumar com a ideia de que os ativos podem variar imprevisivelmente, assim como sugere o nome da categoria. Veja, a seguir, algumas modalidades.

Ações

O produto mais simbólico do mercado financeiro. Ações são frações pequeniníssimas de uma empresa que tenha capital aberto na bolsa. Quando preferenciais, elas dão literal direito de posse e participação na empresa comprada, proporcionalmente ao volume que se tem. Para quem não sabe o que, onde e como olhar, as ações se comportam de maneira imprevisível, sendo no mínimo interessante que se estude a empresa e setor no qual se está prestes a investir.

Commodities

Café, milho, boi, ouro, soja e petróleo. Todos esses elementos são constituintes de uma categoria chamada commodities, itens de valor e importância fundamental para a manutenção e sustentabilidade econômica global. Dada sua importância, são livremente ofertados em bolsa, exigindo um mínimo de experiência do vendedor para reconhecer os gatilhos nacionais e internacionais que motivam a movimentação de seus preços.

Opções

O direito de comprar ou vender uma ação no futuro. Essa é a melhor forma de explicar as opções que, por sinal, são os produtos mais matematicamente complexos de se aprofundar. Basicamente, o investidor compra o direito de comprar ou vender determinada ação no futuro a um preço que ele acredita que seja viável.

Para que esse direito possa ser exercido, o preço da ação deve se comportar como esperado pelo investidor no momento do resgaste, sem ultrapassar os limites da configuração de compra. Os retornos? Potencialmente gigantescos. Os riscos? Equivalentemente altos.

FIIs

Os famosos Fundos de Investimento Imobiliário. Em essência, essa modalidade permite que o investidor empreste seus recursos para grandes incorporadoras ou gestoras do ramo imobiliário, que administram a vacância e locação de galpões e salas comerciais de shoppings, parques industriais e afins. Normalmente, costuma ser uma opção interessante em períodos de otimismo para o setor da indústria e da construção civil.

O desempenho da poupança entre essas modalidades

Agora, vale a pena destacar um trecho especial sobre a tão combatida poupança. Por consequência de inúmeras gerações sem uma boa educação financeira, a poupança reinou absoluta por inúmeros anos, inclusive em períodos economicamente trágicos, entre 1993 e 1994, quando o Brasil registrou uma superinflação de 5.000% ao ano.

Hoje, com tanta informação, não há mais motivos para adotar a poupança como um meio sólido para os seus rendimentos. Normalmente, a justificativa principal se baseava no fato de que a liquidez (possibilidade de saque) era imediata. Ainda assim, isso não se sustenta nos dias atuais.

Em nosso exemplo mais básico, podemos comparar a taxa da poupança da Caixa Econômica Federal com a rentabilidade da Conta Corrente do NuBank, ambos com rentabilidade diária e liquidez imediata. Veja:

  • NuBank: rentabilidade de 4,4% ao ano;
  • Poupança: rentabilidade de 3,15% ao ano.

Ainda assim, vale notar que investimento não deve ser acessível e quanto mais bloqueado seu acesso, menor o estímulo de retirar os recursos antes da hora. Para qualquer efeito, isso comprova pontualmente a invalidade da poupança nos dias atuais, sobretudo com a gratuidade e funcionalidade oferecida pelo NuBank em seus produtos.

O consórcio como modalidade de investimento

Já aqui, outra seção interessante para os nossos leitores. Afinal de contas, você sabia que até mesmo um consórcio, quando bem planejado, pode ser um investimento? Ainda que essa não seja uma visão muito pragmática sobre o tema, existem algumas ocasiões em que essa modalidade de compra se revela como estratégia rentável.

A situação mais comum é quando o bem adquirido, digamos uma moto, por exemplo, é utilizado para a geração de renda. O proprietário pode utilizar o bem como ferramenta de trabalho, incrementando ainda mais seus aportes, rentabilizando o veículo direta ou indiretamente — realizando entregas ou alugando a moto, respectivamente.

As melhores dicas sobre como começar a investir

Certo, agora que você já conhece todas as curiosidades sobre o tema, sentimos que chega o momento de conferir algumas boas dicas para dar o pontapé inicial na sua jornada. Acompanhe!

Estabeleça objetivos de curto, médio e longo prazo

Toda jornada de crescimento precisa ser acompanhada de pouquinho em pouquinho. Em uma visão micro, você se sente estimulado pelo crescimento contínuo, em vez de desanimado se sempre pensar no quão pouco tem durante o início. Além disso, também é importante incorporar outras metas patrimoniais, como o desejo de comprar uma moto, pois como já dissemos, ela pode ser fundamental para que você ganhe ainda mais dinheiro.

Determine o valor dos seus aportes

Você precisa definir uma meta mensal de investimento, dedicando exclusivamente essa porção da sua renda para o seu patrimônio crescer de maneira consistente. Para tanto, é interessante já ter um bom controle de gastos, facilitando o ato de obedecer a meta sem fracassar em nenhum mês.

Se os seus ganhos costumam variar muito de um mês para o outro, defina essa meta em porcentagem, certificando de que você sempre dedica a mesma porção das receitas para os investimentos. Se o nível de renda for mais estável, estabeleça uma meta em valor, como R$500, R$1.000 ou o que quer que seja compatível com o seu orçamento.

Entenda o seu perfil de investidor

A boa e velha máxima da filosofia clássica: conhece a ti mesmo. É fundamental que você seja puramente honesto e entenda qual tipo de comportamento e percepção tem ao risco, pois lembre-se: você está começando a investir para ganhar tranquilidade e não para perder noites de sono. Os perfis são:

  • conservador: pouca tolerância à perda, prioriza o ganho certo, o risco baixo e o longo prazo — títulos do Tesouro Direto;
  • moderado: tolerância equilibrada, prioriza uma rentabilidade honesta, com um risco moderado e ganhos no médio prazo — FIIs, ações blue ticket e renda fixa;
  • arrojado: tolerância alta a perda, prioriza um retorno explosivo, com risco alto ou altíssimo e ganhos no curto prazo — opções, ações de empresas em restruturação, índices e dólar futuro.

Pesquise e encontre uma boa corretora

O mercado está repleto delas e, felizmente, você ainda conta com a internet para avaliar a reputação de cada uma dessas empresas. Como há de notar, elas também oferecem diferentes condições para diferentes tipos de investidores, como a corretagem gratuita, ausência total de taxas ou atendimentos personalizados.

Abra a conta

Essa etapa pode parecer óbvia, mas não podemos deixar de frisar que o comprometimento com uma corretora é um algo sério. Se você não gostar dos serviços dela, a transferência de custódia das suas ações para outra corretora tende a ser extremamente burocrática, demorada e psicologicamente dolorosa. Portanto, faça uma escolha sólida, considerando a reputação da empresa.

Escolha os seus investimentos

Então, reavalie novamente todas as suas estratégias e expectativas. Em suma, a nossa recomendação é para que você selecione ativos com os quais tem alguma familiaridade ou que, pelo menos, sente-se confortável de estar investindo.

A melhor opção para os iniciantes

Em um primeiro momento, precisamos fazer uma exoneração de responsabilidade, pois não somos um agente credenciado de sugestões de investimento e, por isso, não estamos em posição de sugerir nenhum ativo para a compra ou venda.

Assim como todo os demais artigos, o nosso compromisso é com a educação financeira dos nossos leitores, oferecendo um caminho introdutório em temas como o FGTS, o planejamento financeiro, o trabalho, o trânsito e a vida.

Dito isso, o que nós podemos fazer é uma recomendação considerada e atenciosa de quem tem muita experiência e tempo de interação com a economia brasileira. O conhecimento é a maior ferramenta de um investidor em qualquer mercado, não somente no financeiro.

É preciso familiaridade para tomar decisões de maneira confiante. Sendo assim, entendemos que a melhor opção para um iniciante é que ele se reconheça a essa maneira, estudando as modalidades, investindo pouco e testando a temperatura da água com a ponta de seus pés.

Assim, é possível controlar os riscos aos quais se expõe e, aos poucos, entender como começar a investir e ir aprendendo qual estratégia e comportamento se consegue exercer na interação com o mercado, seja você conservador, agressivo ou moderado: o importante é ser verdadeiro consigo mesmo, investindo de maneira compatível com a sua personalidade.

Pois bem, você gostou desse post? Então, vê se não perde a chance se aproximar ainda mais do sucesso neste novo ano, aprendendo agora as 10 etapas para a organização da sua vida financeira!

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