Dicas para o Motociclista

Mês da Mulher: conheça a história de Jaqueline da Costa Lima

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Em seus quase 50 anos de trajetória, o Grupo Cometa sempre frisou a importância do seu relacionamento com os clientes. Em pleno 2020, isso não seria diferente, já que aproveitamos este post para comemorar o Mês da Mulher!

Para tratar essa data com o devido carinho, contaremos a história de uma cliente muito especial, com uma experiência de vida baseada no trabalho, na autonomia e na liberdade — qualidades que não apenas fazem dela uma grande mulher, mas também uma grande pessoa. Acompanhe!

O Dia Internacional da Mulher

Mas antes, vale a pena fazer um destaque sobre esse momento. Atualmente, a data é celebrada no dia 8 de março, como um emblema mundial da luta por direitos. Inclusive, dizemos mundial justamente porque a data foi instituída pela ONU ainda em 1975 — sendo hoje celebrada em mais de 100 países.

Evidentemente, como boa parte das datas comemorativas, existe um passado sombrio e delicado por trás. No entanto, o objetivo dessa celebração é enaltecer o progresso e a participação política, social, econômica e cultural exercida pelas mulheres durante a história.

Por conta de tudo isso, aproveitamos para dar voz a uma pessoa tão especial e simbólica para essa data. Uma mulher que concilia força, coragem, persistência e bom humor, com o qual descreveu os principais detalhes da sua história com a vida, as motos e a Honda Cometa Motocenter.

A Jaqueline

O nosso bate-papo foi com ninguém menos do que Jaqueline da Costa Lima Benjamim, que é manicure, mãe e sobretudo, independente. O primeiro destaque dessa personalidade fica por conta de sua experiência profissional, contando com mais de 20 anos de bagagem no embelezamento das mãos de suas clientes.

Jaqueline destaca que os 10 últimos anos foram acompanhados do veículo que simplificou a sua vida, desde quando decidiu comprar sua primeira moto para trabalhar. Em questões cotidianas, a sua rotina, bem com sua história de vida, ecoa na de muitas outras mulheres brasileiras — com o peso de um dia a dia corrido e os desafios do transporte público.

Sua história com o mundo da manicure começou quando ainda tinha 17 anos, quando fez um curso e foi trabalhar em um salão. Sobre a época, Jaqueline explica que “abria e fechava o salão de segunda à quarta, sozinha, e nos finais de semana, de quinta à sábado, vinha mais três ou quatro pessoas para trabalhar de manicure”.

Na época, ganhava por comissão, o que exigia uma produtividade estressante para reverter um bom dinheiro. Segundo ela, o grande ponto de virada aconteceu quando uma pessoa solicitou o atendimento em casa: “eu fui e nunca mais voltei pro salão!”

No entanto, com a nova oportunidade, surgiam novos riscos. A primeira inconveniência era conciliar o uso de ônibus e caminhadas. Em condições ideais, isso não seria um problema. No entanto, andar sozinha na rua, com os dinheiros e cheques frutos do seu trabalho a colocava em um constante estado de desconforto, pois como ela mesmo nos lembra “corria muito risco de ser assaltada e perder tudo”.

Além disso, Jaqueline ainda destaca que sempre estava com a mochila nas costas, carregando o seu material de trabalho. Então, motivada a abandonar esse desconforto, decidiu aprender a andar de moto na marra. “Deixei o medo de lado e fui, caindo e levantando, mas fui — foi quando me habilitei.”

Mas o grande pulo do gato não está nessa atitude de autonomia, mas sim nos benefícios que essa decisão lhe trouxe. Segundo Jaqueline, a introdução da moto na sua rotina foi determinante para gerar o dinheiro extra que tanto buscava, pois seu “lucro aumentou três vezes com relação ao que eu recebia no salão e na minha casa.”

Os impactos da moto em sua vida

Jaqueline observa que a moto é um instrumento de liberdade e autonomia financeira. Sobre o assunto, ela comenta que além de seu lucro, hoje tem sua própria casa, já está em sua terceira moto e dispõe de um carro quitado — tudo conquistado por meio do comprometimento absoluto com sua profissão.

Mas em tempo, ela faz questão de dividir o mérito: “mas isso por causa da moto, que me faz ganhar tempo, e tempo é dinheiro!” Para ela, a moto representa trabalho, lazer e compromisso, pois é um veículo que entrega um deslocamento ágil, que acompanhe o ritmo da sua rotina.

Sobre a parte do lazer, ela até incrementa como a moto também é importante para suas viagens, pois entrega uma autonomia e economia de combustível incomparável com os demais veículos do mercado. No fim das contas, Jaqueline conclui que é um meio de transporte tão eficiente que a próprio moto se paga — além de garantir uma boa renda todos os meses.

O convívio com a Cometa Honda Motocenter

Depois de algum tempo, chegava a hora de perguntar a Jaqueline sobre sua experiência conosco. Sobre as três motos que teve, ela nos conta que todas foram modelos Honda, em que as últimas duas foram compradas aqui na Cometa.

Em seguida, ela explica o motivo que a fez confiar uma segunda compra a nossa equipe. Aqui, ela comenta que recebeu uma mensagem da nossa equipe, comentando sobre as condições especiais do financiamento.

Por conta da facilidade do plano, além da boa relação com a concessionária, ela decidiu fechar uma nova moto conosco, tudo em seu nome, repetindo a mesma boa experiência da sua primeira compra com o time Cometa.

Por fim, também se destacou a qualidade do plano de revisões, bem como dos procedimentos do pós-venda, em que todas as etapas, agendamentos e contatos são feitos na base da atenção, planejamento, transparência e amizade.

As suas perspectivas para o futuro

Perguntada sobre o horizonte da sua profissão, Jaqueline é direta e otimista, explicando que seu objetivo é manter, pois o lucro é bom, assim como a rotina de trabalho. Com as suas clientes e seus cuidados financeiros, ela nos conta que consegue equilibrar tudo o que precisa fazer, além de garantir suas economias e viagens com o filho.

Para encerrar, Jaqueline explica que a interação com a moto foi determinante para mudar sua realidade desde o início, logo nos primeiros meses. Enquanto antes precisava “sair andando e esperar a boa vontade do ônibus aparecer”, hoje a moto aposentou tudo isso.

A todo momento, ela é livre para ir e vir, atendendo várias casas e clientes, com o menor custo operacional possível, e com pouquíssimo de trânsito. No fim do dia, Jaqueline é mais uma das inúmeras mulheres que usam a moto como uma ferramenta de autonomia social, alavancando sua geração de renda e aproveitando o seu tempo com o que de fato importa, sua família e seu trabalho.

Por fim, em pleno Mês da Mulher, ainda vale lembrar de todas as motociclistas que se aventuram em profissões predominantemente masculinas, ocupando espaços, ganhando visibilidade e trabalhando de igual para igual.

Pois bem, você gostou da história da Jaqueline? Então, aproveite para espalhar essa experiência com os seus amigos, compartilhando o post nas suas redes sociais!

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