Dicas para o Motociclista

Você sabe como funciona um seguro de moto? Entenda!

/
10 0
seguro-de-moto

a Atualmente, as motos são os veículos motorizados mais eficientes a circularem no Brasil. Falamos isso em todos os aspectos, seja pela maior agilidade no deslocamento urbano — devido ao tamanho reduzido — ou pelo baixíssimo consumo de combustível. Os automóveis elétricos podem até apresentar melhor eficiência energética, mas estão longe de serem uma alternativa acessível no mercado brasileiro.

Isso posto, as motocicletas, nos mais variados tamanhos e nas mais diversas cilindradas, conquistaram os corações e as garagens dos consumidores brasileiros. Esse mercado atende a todos com bastante pluralidade, disponibilizando motos esportivas aos entusiastas, choppers aos saudosistas e scooters aos econômicos.

Independentemente do seu perfil de condução — ou da sua personalidade —, existirá uma “motoca” adequada ao seu cotidiano.

Finalmente, chegamos na grande preocupação do consumidor brasileiro: como proteger o meu bem recém-adquirido? Afinal de contas, grande parte do território nacional é assolado por caóticas crises de segurança pública.

Pensando nesse dilema, elaboramos este post dedicado a explicar para você, de uma vez por todas, como funciona o seguro de moto. Ansioso pelas respostas? Então, embarque de vez nesta leitura!

Como funciona o seguro de moto?

Essencialmente, as apólices de seguro são fundamentais para resguardar você em situações de emergência. No entanto, é importante lembrar que, para receber a proteção do seguro, as eventualidades precisam estar previstas em contrato — as famosas coberturas.

Quanto mais ampla a cobertura, menos sujeito você estará a tomar prejuízo. No entanto, evidentemente que os seguros seguem a regra do mercado: quanto mais completo, mais caro.

Além disso, o seguro é uma opção indispensável para quem deseja proteger o veículo, seja ele uma ferramenta de trabalho, para lazer ou dedicada ao deslocamento estudantil. Independentemente do propósito, é importante fazer a contratação de uma boa cobertura que contemple preferencialmente as situações de risco a que você se expõe.

Por exemplo: existem as coberturas mais tradicionais e compreensivas, que contemplam situações de colisão, queda de objetos sobre a moto, danos durante transporte, furto, entre outros.

Para além desses exemplos, existem as coberturas mais complexas, com riscos menos eventuais, cobrindo circunstâncias climáticas que possam destruir o bem. No geral, as apólices de seguro — seja imobiliária ou veicular — têm condições bastante semelhantes, apenas adequando-se às especificidades do bem segurado.

Em conclusão, o seguro deve ser tratado como parte fundamental na aquisição do bem. Ele garante a segurança na utilização, precavendo o condutor de grandes prejuízos e decepções, como ter a sua moto — sem seguro — furtada.

A seguir, falaremos sobre alguns pontos característicos que englobam a contratação de um seguro. Acompanhe!

Os valores

Primeiramente, é bacana entender como funciona a precificação de uma seguradora. Em essência, todo seguro patrimonial precisa lidar com estatísticas de risco e sucesso. Afinal, na maioria dos casos, os seguros — tal como os planos de saúde — são aqueles serviços que você contrata para reforçar a sua sensação de segurança, mas com a intenção de nunca usar.

As seguradoras utilizam alguns parâmetros para determinar estatisticamente o grau de risco que a empresa assume ao segurar o seu bem. Abaixo, confira alguns critérios levados em consideração na hora da precificação, seguido pelas suas justificativas:

  • idade do condutor: quanto mais novo, maior a probabilidade de uma condução agressiva e, consequentemente, maior o risco de colisão e acionamento da apólice;
  • CEP de estacionamento e residência: maior risco de acionamento em regiões de maior criminalidade;
  • coberturas: quanto maior o número de garantias e proteções, maior o valor da apólice;
  • valor da motocicleta: quanto maior o preço do bem, mais caro deve ser o seguro;
  • modelo da motocicleta: motos esportivas e de altas cilindradas estarão mais sujeitas a risco, devido à maior propensão do piloto a conduzir agressivamente.

As coberturas

Esse termo faz alusão a tudo aquilo de que você estará protegido. Como você pôde conferir acima, eles são parte fundamental no cálculo da apólice, que encarece proporcionalmente ao grau de cobertura.

Mas lembre-se de que, mesmo se o orçamento estiver acanhado, existirão apólices mais adequadas às suas condições, já que até mesmo os pacotes mais básicos cobrem as infelicidades mais prováveis, como incêndios e roubos.

A seguir, confira os exemplos de algumas situações contempladas por essas coberturas:

  • roubos;
  • colisões;
  • incêndios;
  • danos a terceiros;
  • danos decorrentes de queda de objeto sobre o bem;
  • danos causados por eventos climatológicos;
  • furtos parciais — peças isoladas — ou totais;
  • necessidade de assessoria emergencial;
  • necessidade de auxílio mecânico e guincho;
  • necessidade de usar serviços de chaveiro;
  • entre outros.

Por fim, existem inúmeras apólices de seguro com coberturas básicas, em que os riscos cobertos — descritivo das situações em que o cliente estará segurado — poderão incluir mais ou menos condições. Isso exige a sua atenção na leitura dos termos da seguradora. Desse modo, você evita decepções futuras com problemas não previstos em contrato.

As condições

Tratando-se dos seguros privados — não obrigatórios —, chegamos nas condições da contratação. Aqui, os critérios principais serão o perfil e as localizações do condutor. Os critérios têm embasamento puramente técnico, considerando os números da base de clientes, tanto da seguradora quanto dos levantamentos estatísticos em âmbito nacional.

O perfil do condutor engloba questões como idade, tempo de habilitação, pontuação durante o período habilitado e inclusive os bônus — comum àqueles que já têm um bom histórico com a seguradora, com muitos anos sem ativar a apólice devido à ausência de infortúnios.

Em fundamento: quanto mais novo, menos tempo de habilitação e menor a pontuação em CNH, pior será o histórico, e, estatisticamente, maior será a propensão de acionar o seguro, justificado pela maior exposição às situações de risco. Considerado isso, aumenta-se o preço da apólice.

Quanto à localidade, o banco de dados considera as regiões de circulação da moto, analisando os trajetos, os tempos e os locais no qual ela ficará estacionada — casa, trabalho, universidade, enfim. Com isso, cruzam-se os dados com as manchas criminais elaboradas pela Secretaria de Segurança Pública, reconhecendo o maior risco de sinistro em regiões com maior criminalidade.

O seguro obrigatório

Por último, mas não menos importante: o seguro obrigatório para as motos, o DPVAT. A sigla designa o seguro sobre os Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, incluindo também os carros e demais veículos de semelhante descrição.

O pagamento (R$ 12,30) pode ser realizado anexo à quitação do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), no momento do emplacamento ou durante o licenciamento anual da moto.

A quitação desse seguro é fundamental para a emissão do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). Por isso, não quitando o DPVAT, você não conseguirá renovar o licenciamento do veículo, sujeitando-se a multa.

Os diferentes tipos

Mas para além das coberturas, valores e condições, as apólices de seguro também são divididas em dois tipos: o compreensivo e o não compreensivo. A seguir, dê uma olhada na descrição completa dessas categorias!

O seguro compreensivo

Como sugere o nome, esse é o tipo de apólice que entrega um conjunto completo para a proteção do segurado. Ou seja, os contratos compreensivos englobam uma série de coberturas e vantagens, protegendo o proprietário em um número maior de situações.

Geralmente, as principais coberturas desse tipo entregam proteção nos casos de colisão, roubo, furto, incêndio, dano elétrico ou qualquer outro tipo de prejuízo causado por catástrofe natural ou afins. Isto é, os seguros mais caros e mais protetivos são, inevitavelmente, apólices compreensivas.

Para além disso, a categoria também protege o segurado na perda parcial — o que significa que você pode ser indenizado em situações em que os danos à moto não ultrapassaram 75% de seu valor total. Nesses casos, a seguradora arca com o reparo da moto, enquanto o segurado, com a franquia, que é a taxa necessária para a ativação do seguro.

O seguro não-compreensivo

Por outro lado, existem apólices mais frugais, que têm um custo mais baixo, entregando apenas o essencial para conferir alguma segurança ao proprietário. Tradicionalmente, os seguros não-compreensivos só protegem em casos de perda total, roubo e furto.

Por conta disso, o contrato acaba sendo substancialmente mais barato do que a alternativa anterior, uma vez que o leque de serviços oferecidos pela seguradora é mais restringido. Sendo assim, uma apólice não-compreensiva é focada no segmento de baixo custo.

Inclusive, essa acessibilidade é vista até mesmo na questão da franquia, que não existe nessa modalidade de seguro. Até mesmo porque não há motivo para haver franquia, uma vez que não existe cobertura para dano parcial.

Por isso, é muito importante que o proprietário coloque essas opções na balança, considerando seus prós e contras e, sobretudo, pensando no longo prazo. Afinal de contas, uma economia presente pode ser um prejuízo futuro — como quando se precisa arcar com uma situação de dano parcial.

Por que devo contratar um seguro?

Da forma como percebemos, o melhor argumento para a contratação de um seguro é a racionalidade desse serviço! Pois veja, ainda que você precise arcar com os custos da apólice, a vantagem de ser acolhido quando você mais precisa é incomparável. Agora, veja outros motivos importantes para a contratação!

Tranquilidade

Sim, esse fator pode até parecer subjetivo, mas ninguém pode negá-lo, ainda mais em tempos de tanta ansiedade. Para entender isso, basta olhar para a sua rotina. Digamos que você use a moto diariamente como a sua fiel escudeira, indo para cima e para baixo, a trabalho, a estudo ou a lazer.

Seja como for, pense nos momentos em que você fica apreensivo por deixar a sua moto na rua ou em um estacionamento desprotegido. Não é como se o seguro deixasse você imune a essas emoções. No entanto, é justamente o seguro que oferece uma segunda chance para caso algo ruim aconteça, seja na forma de um roubo, assalto, acidente ou afins.

Usabilidade

Novamente, um fator subjetivo, mas que temos certeza de que toca a sua realidade. Basta pensar no seu cotidiano: o quão importante é a moto na sua rotina? Você já parou para pensar no quanto depende dela para ir e vir, sempre de maneira econômica, rápida e livre? Pois bem, agora imagine se você a utiliza para trabalhar.

Já imaginou ficar sem a sua ferramenta de trabalho porque ignorou o seguro quando podia contratar? Pois bem, é justo nessas horas que o seu subconsciente ataca, mentalmente falando “eu avisei”. Por isso, concluímos: quanto mais importante a moto é para você, mais importante é a contratação do seguro!

Como contratar um seguro de moto?

Já aqui, não existem muitos segredos: de uma maneira geral, existem dois caminhos que você pode seguir. Um deles é o amplo mercado, em que você mesmo pesquisa uma seguradora, vai até sua sede e contrata uma apólice de acordo com o seu veículo, as suas necessidades e condições.

Inclusive, com a transformação digital, hoje em dia, é muito comum que essa contratação se dê inteiramente online. Nesse caso, a fase de pesquisa deve ser feita com uma atenção redobrada para evitar que você seja enganado por empresas descomprometidas, não licenciadas, fraudulentas ou afins.

Já a segunda rota, mais conveniente e confiável, é fazer isso com a própria concessionária na qual a moto foi comprada — o que pode ser feito tanto no momento da aquisição como depois. Nesse caso, a concessionária age como uma agente de seguros, conectando você às empresas mais sérias do mercado e, por consequência, oferecendo os melhores negócios.

Um exemplo disso é a própria Cometa Honda Motocenter. Em nosso caso, você pode fazer o seguro logo no momento da aquisição da sua moto. Ainda assim, caso tenha dúvidas, também poderá fazer a cotação online, bastando acessar a nossa página de Cotações e preencher o formulário com os seus dados.

Feito isso, apresentaremos as melhores propostas para o seu bolso, como o Seguro Cometa e outras boas apólices do mercado, em seguradoras como Liberty Seguros, Tokio Marine Seguradora, HDI Seguros, Itaú Seguros, Azul Seguros, SulAmérica, Mapfre Seguros e Sompo Seguros.

Após escolher a sua proposta, você dá entrada no processo de contratação, com a assinatura dos documentos e a seleção do método de pagamento. Normalmente, existem duas modalidades: o pagamento em cota única, que costuma ser acompanhado de um desconto bem vantajoso, e o parcelado, em 6 ou 10 vezes, a depender da empresa escolhida.

Como acertar na contratação?

Por fim, não há como negar: a melhor forma de acertar na contratação é começar com o pé direito, filtrando a sua pesquisa e selecionando apenas empresas que sejam bem avaliadas no mercado — e, principalmente, certificadas pela SUSEP, a Superintendência de Seguros Privados, para o fornecimento desse serviço.

Inclusive, é por isso que começar a cotação conosco é uma forma tão vantajosa de iniciar essa procura! Assim, você inicia a pesquisa com uma equipe experiente, transparente e comprometida com o seu objetivo, com foco em encontrar a melhor apólice, com o melhor preço e as melhores condições!

E aí, você curtiu saber mais sobre o seguro de moto? Então, não perca tempo e compartilhe este post nas suas redes sociais, ajudando os seus amigos a ficarem por dentro do assunto!

Posts Relacionados
/

a Atualmente, as motos são os veículos motorizados mais eficientes a circularem no Brasil. Falamos…

0 0
/

a Atualmente, as motos são os veículos motorizados mais eficientes a circularem no Brasil. Falamos…

0 0
Leave a Reply

Your email address will not be published.