Dicas para o Motociclista

Você sabe como funciona um seguro de moto? Entenda

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Atualmente, as motos são os veículos motorizados mais eficientes a circularem no Brasil. Falamos isso em todos os aspectos, seja pela maior agilidade no deslocamento urbano — devido ao tamanho reduzido — ou pelo baixíssimo consumo de combustível. Os automóveis elétricos podem até apresentar melhor eficiência energética, mas estão longe de serem uma alternativa acessível no mercado brasileiro.

Isso posto, as motocicletas, nos mais variados tamanhos e nas mais diversas cilindradas, conquistaram os corações e as garagens dos consumidores brasileiros. Esse mercado atende a todos com bastante pluralidade, disponibilizando motos esportivas aos entusiastas, choppers aos saudosistas e scooters aos econômicos. Independentemente do seu perfil de condução — ou da sua personalidade —, existirá uma “motoca” adequada ao seu cotidiano.

Finalmente, chegamos na grande preocupação do consumidor brasileiro: como proteger o meu bem recém-adquirido? Afinal de contas, grande parte do território nacional é assolado por caóticas crises de segurança pública. Pensando nesse dilema, elaboramos este post, dedicado a explicar para você, de uma vez por todas, a dúvida: como funciona o seguro de moto? Ansioso pelas respostas? Então, embarque de vez nesta leitura!

Como funciona o seguro de moto?

Essencialmente, as apólices de seguro são fundamentais para resguardar você em situações de emergência. No entanto, é importante lembrar que, para receber a proteção do seguro, as eventualidades precisam estar previstas em contrato, as famosas coberturas. Quanto mais ampla a cobertura, menos sujeito você estará a tomar prejuízo. Mas evidentemente que os seguros seguem a regra do mercado, pois quanto mais completo, mais caro.

Além disso, o seguro é uma opção indispensável para quem deseja proteger o veículo, uma vez mais que ele é trivial para o seu cotidiano, sendo a moto uma ferramenta de trabalho ou dedicada ao deslocamento estudantil. Seja qual for a sua utilização, é importante fazer a contratação de uma boa cobertura que contemple preferencialmente as situações de risco a que você se expõe.

Por exemplo, existem as coberturas mais tradicionais e compreensivas, que contemplam situações de colisão, queda de objetos sobre a moto, danos durante transporte, furto, entre outros. Para além desses exemplos, existem as coberturas mais complexas, com riscos menos eventuais, cobrindo circunstâncias climáticas que possam destruir o bem. No geral, as apólices de seguro — seja imobiliária ou veicular — têm condições bastante semelhantes, apenas adequando-se às especificidades do bem segurado.

Em conclusão, o seguro deve ser tratado como parte fundamental na aquisição do bem. Ele garante a segurança na utilização, precavendo o condutor de grandes prejuízos e decepções, como ter a sua moto — sem seguro — furtada. Agora, falaremos sobre alguns pontos característicos que englobam a contratação de um seguro. Acompanhe!

1. Os valores

Primeiramente, é bacana entender um pouquinho de como funciona a precificação de uma seguradora. Em essência, todo seguro patrimonial precisa lidar com estatísticas de risco e sucesso. Afinal, na maioria dos casos, os seguros — tal como os planos de saúde — são aqueles serviços que você contrata para reforçar a sua sensação de segurança, mas com a intenção de nunca usá-los.

As seguradoras utilizam alguns parâmetros para determinar estatisticamente o grau de risco que a empresa assume ao segurar o seu bem. Abaixo, confira alguns critérios levados em consideração na hora da precificação, seguido pelas suas justificativas:

  1. idade do condutor: quanto mais novo, maior a probabilidade de uma condução agressiva e, consequentemente, maior o risco de colisão e acionamento da apólice;
  2. CEP de estacionamento e residência: maior risco de acionamento em regiões de maior criminalidade;
  3. coberturas: quanto maior o número de garantias e proteções, maior o valor da apólice;
  4. valor da motocicleta: quanto ao preço, o critério segue a lógica tradicional, quanto maior o preço do bem, maior o seguro;
  5. proposta da motocicleta: significa o estilo e a finalidade, em que motos esportivas e de altas cilindradas estarão mais sujeitas a risco, devido à maior propensão do piloto a conduzir agressivamente.

2. As coberturas

Esse termo faz alusão a tudo aquilo de que você estará protegido, coberto. Como você pôde conferir acima, eles são parte fundamental no cálculo da apólice, que encarece proporcionalmente ao grau de cobertura.

Mas lembre-se de que, mesmo se o orçamento estiver acanhado, existirão apólices mais adequadas às suas condições, já que até mesmo os pacotes mais básicos cobrem algumas infelicidades mais prováveis, como incêndios e roubos.

Confira os exemplos de algumas situações contempladas por essas coberturas:

  • roubos;
  • colisões;
  • chaveiro;
  • incêndios;
  • dano a terceiros;
  • assessoria emergencial;
  • auxílio mecânico e guincho;
  • queda de objeto sobre o bem;
  • furtos parciais — peças isoladas — ou totais;
  • danos causados por eventos climatológicos;
  • entre outros.

Por fim, existem inúmeras apólices de seguro com coberturas básicas, em que os riscos cobertos — descritivo das situações em que o cliente estará segurado — poderão incluir mais ou menos condições. Isso exige a sua atenção na leitura dos termos da seguradora. Desse modo, você evita decepções futuras com problemas não previstos em contrato.

3. As condições

Por fim, tratando-se dos seguros privados — não obrigatórios —, chegamos nas condições influentes ao momento da contratação. Aqui, os critérios protagonistas serão o perfil e as localizações do condutor. Os critérios têm embasamento puramente técnico, considerando os números da base de clientes, tanto da seguradora quanto dos levantamentos estatísticos em âmbito nacional.

O perfil do condutor engloba questões como idade, tempo de habilitação, pontuação durante o período habilitado e inclusive os bônus — comum àqueles que já têm um bom histórico com a seguradora, com muitos anos sem ativar a apólice devido à ausência de infortúnios.

Em fundamento: quanto mais novo, menos tempo de habilitação e menor a pontuação em CNH, pior será o histórico, e estatisticamente maior será a propensão de acionar o seguro, justificado pela maior exposição às situações de risco. Considerado isso, aumenta-se o preço da apólice.

Quanto à localidade, o banco de dados considera as regiões de circulação da moto, analisando os trajetos, os tempos e os locais no qual ela ficará estacionada — casa, trabalho, universidade, enfim. Com isso, cruzam-se os dados com as manchas criminais elaboradas pela Secretaria de Segurança Pública, reconhecendo o maior risco de sinistro em regiões com maior criminalidade.

4. O seguro obrigatório

Por fim, mas não menos importante: o seguro obrigatório para as motos, o DPVAT. A sigla designa o seguro sobre os Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, incluindo também os carros e demais veículos de semelhante descrição.

O pagamento — cerca de R$190,00 — pode ser realizado anexo à quitação do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), no momento do emplacamento ou durante o licenciamento anual da moto. A quitação desse seguro é fundamental à emissão do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). Por isso, não quitando o DPVAT, você não conseguirá renovar o licenciamento do veículo, sujeitando-se à multa.

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