Dicas para o Motociclista

Qual moto comprar para trabalhar? Conheça alguns modelos

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Afinal de contas, qual moto comprar para trabalhar? Essa é uma dúvida comum na cabeça de muitos brasileiros, que percebem a motocicleta como uma oportunidade perfeita para driblar o estresse e o tempo gasto no trânsito. Sendo assim, elaboramos este post especial sobre o tema, elencando os principais fatores dessa decisão.

Basicamente, nosso objetivo é fornecer todas as informações necessárias para que você faça uma compra consciente e livre de arrependimentos, identificando um modelo que seja compatível com sua rotina pessoal e profissional na compra de uma legítima moto para trabalhar. Acompanhe!

Quais os principais fatores na seleção de uma moto para trabalhar?

De maneira geral, todos conhecem os benefícios das motocicletas, que são famosas por economizar combustível, tempo e dinheiro. No entanto, também é importante que o consumidor tenha um bom planejamento para realizar essa aquisição, evitando prejudicar sua saúde financeira.

Com isso em mente, desenvolvemos esse tópico, em que listamos os principais critérios e etapas na seleção do modelo ideal. A ideia aqui é estimular a realização desses passos, facilitando seu processo de escolha. Veja só!

Pesquisa de preços

Quanto você pode investir em um veículo para se locomover pelas vias com mais rapidez? A resposta é muito importante para decidir qual moto comprar para trabalhar. Você precisa verificar, com muita atenção, como está o seu orçamento para não cometer o erro de querer dar um passo maior do que as pernas.

Em outras palavras, o ideal é ter uma noção exata do valor a ser investido para adquirir a motocicleta. Assim, você pode fazer uma pesquisa de preços que vai ajudá-lo a fazer um bom investimento. Não basta apenas verificar o valor da moto, porque as condições de pagamento podem contribuir para você fechar o negócio.

Por exemplo, um modelo está custando R$ 14 mil à vista e fica em R$ 16 mil em 20 parcelas fixas de R$ 800. Se você não tiver os recursos financeiros para comprar o veículo em uma única entrada, é interessante pensar, com bastante carinho, na possibilidade de parcelamento. Essas hipóteses devem fazer parte da sua pesquisa, porque você terá mais condições de avaliar a melhor maneira de adquirir a motocicleta e manter as finanças em dia.

Análise dos custos extras

Ao decidir qual moto comprar para trabalhar, não basta pensar somente no formato de pagamento. Também é essencial constatar se você pode manter o veículo em bom estado de conservação. Dependendo do caso, o proprietário tem despesas consideráveis com a manutenção.

Afinal, o motor, os pneus e demais peças devem receber um cuidado especial para prevenir problemas. Os gastos com combustível precisam ser levados em consideração para você conferir se é viável adquirir o veículo sem prejudicar o pagamento de contas obrigatórias (água, luz, telefone, internet etc.).

Além dos cuidados mecânicos, o proprietário ainda precisa ficar atento ao pagamento de impostos e taxas, como o IPVA, os licenciamentos e, até mesmo, as parcelas do seguro, usado em casos de acidentes e de roubo. Em um todo, esses são detalhes que não podem passar despercebidos na hora de decidir se vale a pena ou não investir em uma moto.

Outro item que não pode ser ignorado são as multas: mesmo que você seja um motorista exemplar, existe o risco de cometer uma infração de trânsito. Dependendo da penalidade, o motociclista terá que desembolsar uma boa quantia. Esse aspecto necessita estar incluído no seu planejamento, embora seja perfeitamente possível evitar qualquer punição relacionada à postura no trânsito.

Consideração do modelo

Quem não gosta de comprar uma motocicleta totalmente nova? É o sonho de muitos jovens que desejam ter mais facilidade para chegar ao trabalho. Porém, é preciso ter inteligência para a alegria de ter um veículo zerado não se transformar em uma enorme dor de cabeça. Isso porque os gastos com as parcelas e manutenção não podem sair do controle.

Ficar com o nome sujo na praça por causa de uma moto está longe de representar uma medida de bom senso. Se está muito complicado ter uma moto novinha, é melhor optar por uma usada, desde que esteja em bom estado de conservação.

Uma motocicleta seminova representa menos gastos com impostos. Por outro lado, o risco de manutenções corretivas é maior devido à idade do veículo. Para avaliar com exatidão qual moto comprar para trabalhar, some todas as despesas que o investimento pode acarretar.

A medida é importante para ter mais segurança em decidir entre um veículo usado ou um novo. No cenário atual, evitar dívidas que atrapalhem o gerenciamento das finanças é uma forma de manter o equilíbrio emocional e combater o estresse.

Decisão entre nova ou usada

Já aqui temos uma dica complementar à anterior, em que o consumidor deve avaliar os preços e condições de um mesmo modelo, tanto no mercado de novas como seminovas e usadas. Para uma moto com finalidade profissional, essa pode ser uma excelente ideia, principalmente pela diferença significativa quando comparamos modelos zeros com usados.

No entanto, a decisão por um modelo usado só deve ser feita quando a moto em questão apresentar boas condições mecânicas e estruturas. Afinal de contas, essa será sua ferramenta de trabalho, sendo fundamental que ela esteja em ótimo estado para garantir produtividade e consistência na sua geração de renda.

Outro detalhe importante no mercado de usados é avaliar o histórico do veículo pelo qual você está interessado, contratando relatórios e dossiês para identificar o envolvimento da moto em sinistros, acidentes, roubos, leilões e afins.

Logicamente, você pode evitar todo esse transtorno se optar por uma concessionária transparente, licenciada e comprometida com sua conquista. Afinal de contas, a compra de lojistas tende a ser muito mais confiável do que a realizada entre pessoas físicas.

Produtividade e trajetos

Você já sabe qual moto comprar para trabalhar? Se ainda está em dúvida, pense no gasto de combustível e no trajeto que irá fazer de casa para a empresa. Em caso de percursos mais curtos, é recomendado investir em modelos menores, como as 110 cc e 125 cc.

No caso de uma distância considerável (mais de 20 km), o indicado é comprar motocicletas com mais de 150 cc. À medida que é maior a potência do motor, mais possibilidades o veículo terá de enfrentar locais com muito buracos ou com diversas ladeiras. Antes de realizar o investimento, veja como o veículo pode ser útil para suprir sua demanda. Dessa forma, você evita adquirir uma moto que não será capaz de satisfazê-lo plenamente.

Consumo de combustível

Por último e mais importante, a eficiência energética. Não há como fugir desse fato: moto para trabalhar deve ser econômica. Caso contrário, muito da sua rentabilidade será consumida pelo custo operacional do veículo. No entanto, existem muitos consumidores que ignoram esse ponto de vista, justamente por acreditarem que moto é tudo igual, sendo todas econômicas.

Até certo ponto, isso é uma realidade: motos são extremamente econômicas, sobretudo quando as comparamos com os carros. Entretanto, quando se compra uma moto para trabalhar, você deve considerar todos os centavos e quilômetros de uma economia.

Afinal de contas, esse será um veículo com o qual você rodará bastante. Por exemplo, digamos que você rodará 150 km por dia com essa moto — 4.500 km em um mês. Negligente na questão do combustível, você escolhe um modelo que faz 25 km/l, em vez de um que fazia 35 km/l.

Ao fim do mês, você consumiu 180 litros de gasolina, a cerca de R$ 4 por litro. Um custo operacional de R$ 720 em combustível. Caso tivesse comprado a moto mais econômica, o consumo seria de aproximadamente 129 litros, com um custo operacional de R$ 516, representando R$ 204 extras no seu bolso.

Qual moto comprar para trabalhar?

Para facilitar a missão de decidir qual moto comprar para trabalhar, mostraremos alguns tipos de motocicletas que podem despertar seu interesse. Acompanhe!

Honda CG 160 Cargo

Bastante utilizada nas cidades, a CG 160 Cargo tem condições de atingir a marca de 44 quilômetros por litro de combustível. Inegavelmente, é uma economia que motiva bastante os amantes da motocicleta a investir nesse modelo.

Além disso, esse modelo se destaca por equipar um bagageiro especial, capaz de acondicionar e transportar 20 kg de carga. Agora, dê uma olhada em seus detalhes técnicos:

  • motorização: 160 cc, 15,1 cv de potência e 1,54 kgf.m de torque;
  • transmissão: manual de 5 velocidades;
  • distância do solo: 17 cm;
  • altura do banco: 79 cm;
  • peso: 119 kg.

Honda NXR 160 Bros ESDD

Tem como uma das características mais marcantes suportar as ruas que estão um pouco mais duras no momento. A autonomia da NXR 160 Bros ESDD pode chegar a aproximadamente 35 litros por quilômetro.

Isso é ótimo para o proprietário que não precisa gastar muito com combustível. Com capacidade de carregar 170 quilos, a Bros tem como diferenciais marcantes os aros com maior diâmetro, a motorização flex, que aceita tanto gasolina como etanol e, por fim, a suspensão elevada. Dê uma olhada em suas características:

  • motorização: 160 cc, 14,7 cv e 1,60 kgf.m;
  • transmissão: manual de 5 velocidades;
  • distância do solo: 24,7 cm;
  • altura do banco: 83,6 cm;
  • peso: 121 kg.

Honda XRE 190 ABS

Esse modelo tem um design esportivo e conta com o freio ABS, que dá muita segurança para o condutor. Além disso, apresenta uma tampa que facilita bastante o abastecimento. As suspensões são capazes de absorver as irregularidades do terreno e das vias, proporcionando mais conforto para o motociclista. Os detalhes:

  • motorização: 190 cc, 16,4 cv e 1,66 kgf.m;
  • transmissão: manual de 5 velocidades;
  • distância do solo: 24,1 cm;
  • altura do banco: 83,6 cm;
  • peso: 127 kg.

Honda Biz 125

Simplesmente, a moto mais icônica da Honda em solo brasileiro, sendo inclusive o símbolo pop responsável por popularizar as pequeninas scooters no País — ainda que a Biz em si não seja uma scooter, mas sim uma City. Em consumo misto, existem publicações que registram consumo de até 50 km/l. As especificações:

  • motorização: 125 cc, 9,2 cv e 1,04 kgf.m;
  • transmissão: semiautomática de 4 velocidades;
  • distância do solo: 13,1 cm;
  • altura do banco: 75,3 cm;
  • peso: 100 kg.

Honda Pop 110i

Então, eis que a Honda decide alavancar sua proposta de minimalismo e custo-benefício. Com essas qualidades em mente, lançou a Pop 110i no mercado, com um corpo ainda mais leve, equipando um conjunto mecânico suficiente e dedicado a entregar um desempenho supereconômico de 55 km/l. As características:

  • motorização: 110 cc, 7,9 cv e 0,90 kgf.m;
  • transmissão: semiautomática de 4 velocidades;
  • distância do solo: 13,6 cm;
  • altura do banco: 74,9 cm;
  • peso: 87 kg.

Honda XRE 300

Já a XRE 300 é uma evolução espiritual da sua “irmã menor”, a XRE 190. Aqui, o modelo fica mais encorpado e recebe alguns ajustes mecânicos e de suspensão, adequando-se ao motor mais potente e vigoroso equipado em seu cofre. Além disso, o modelo mantém as mesmas qualidades estéticas da linha XRE, com adereços esportivos que fazem alusão ao esporte fora de estrada. Os detalhes:

  • motorização: 300 cc, 25,6 cv e 2,80 kgf.m;
  • transmissão: manual de 5 velocidades;
  • distância do solo: 25,9 cm;
  • altura do banco: 86 cm;
  • peso: 148 kg.

Honda Elite 125

Por último, mas também importante, temos a mais nova adição ao lineup Honda no Brasil. A Elite chega para ocupar um espaço que precisava de atenção. Com a sofisticação da PCX, a montadora japonesa enxergou a oportunidade de posicionar uma nova scooter de entrada em sua família de veículos.

Dito e feito. A Elite desembarca no Brasil com o melhor de todos os mundos, unindo um desenho jovial e futurista com um conjunto mecânico repleto de inovação e tecnologia — inclusive, mantendo as conveniências características de uma scooter, como o assoalho para o apoio dos pés, postura de pilotagem ereta e câmbio automático. As características do modelo:

  • motorização: 125 cc, 9,34 cv e 1,05 kgf.m;
  • transmissão: automática V-MATIC;
  • distância do solo: 13,3 cm;
  • altura do banco: 77,2 cm;
  • peso: 104 kg.

Como você pôde ver, não faltam alternativas para escolher a melhor moto para trabalhar, sobretudo dentro do lineup Honda. É nesse sentido que a Via Cometa se apresenta como uma solução viável para você realizar essa compra, com uma série de modelos à disposição e uma equipe altamente capacitada, pronta para escutar e ajudar você em torno de uma boa escolha.

Agora que você já sabe qual moto comprar para trabalhar, aprofunde-se no tema, conferindo nosso outro artigo sobre como o consórcio pode viabilizar seu desejo de ter um veículo para se locomover com mais facilidade.

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